Dois corações, vivem uma história nada convencional nos dias atuais, onde toda e qualquer forma de sentimento afetuoso é visto apenas como demonstração de um romantismo barato, ralo e pertencente apenas na mente dos ingênuos e imaturos, mas ao contrário do que muitos imaginam, principalmente num meio onde a pele é a dirigente das relações, esses dois corações vivem, ainda que não haja toque. Mas não se enganem, há neles os mesmos medos e anceios que passam qualquer um outro, possuem olhos que desejam, sim, são de carne, osso e sangue.
E porque afinal os dois corações são diferentes das outras pessoas? Não é que eles sejam, falando a verdade, não há nada demais neles, em relação a todo sentimento, emoção e dificuldades que passam qualquer outra pessoa, mas a história que se propõem a construir, essa sim é distinta, embora não tenham orquestrado isso, porque não ficou acertado nada entre eles de que um seria do outro, mas cada um vive exatamente assim de forma espontânea, um sem querer querendo, alías de certo mesmo foi o "fim", mas quem disse que as coisas são exatamente como determinamos que sejam, ainda mais nesta vida onde a contraditação parece ser a força-motriz de vários eventos, e o que era para ser o fim virou o começo, talvez essa seja a revelação de um sonho, no qual um deles morria. Morreu para viver uma nova vida inteiramente diferente, com maior alegria e satisfação do que as outras que viveu, e é assim simplesmente porque deixou de ser covarde e deciciu se aventurar nesse caminho incerto, que é o do coração. Sabe que poderia ter sido diferente, se caso tivesse preferido o lugar seguro, que é o da indiferença, mas algo dizia para continuar e enfrentar qualquer que fosse o obstáculo, e faz isso porque acredita que seguir este caminho vale o esforço.
Eles são olhos, mas antes de tudo são coração, e por isso torcem pela felicidade do outro, mas essa história incomum pode terminar como tantas outras, com os corações separados, pois isso faz parte da vida, onde nem sempre o final esperado é aquele que ocorre, mas isso não anula o esforço e as tentativas de acerto, e como a vida é essa caixinha de surpresas que nos reserva incertezas, esse coração que agora fala prefere transformar toda incerteza numa esperança, a de que vale viver assim pelo outro coração, mesmo quando nos resta apenas olhar nos olhos.
E porque afinal os dois corações são diferentes das outras pessoas? Não é que eles sejam, falando a verdade, não há nada demais neles, em relação a todo sentimento, emoção e dificuldades que passam qualquer outra pessoa, mas a história que se propõem a construir, essa sim é distinta, embora não tenham orquestrado isso, porque não ficou acertado nada entre eles de que um seria do outro, mas cada um vive exatamente assim de forma espontânea, um sem querer querendo, alías de certo mesmo foi o "fim", mas quem disse que as coisas são exatamente como determinamos que sejam, ainda mais nesta vida onde a contraditação parece ser a força-motriz de vários eventos, e o que era para ser o fim virou o começo, talvez essa seja a revelação de um sonho, no qual um deles morria. Morreu para viver uma nova vida inteiramente diferente, com maior alegria e satisfação do que as outras que viveu, e é assim simplesmente porque deixou de ser covarde e deciciu se aventurar nesse caminho incerto, que é o do coração. Sabe que poderia ter sido diferente, se caso tivesse preferido o lugar seguro, que é o da indiferença, mas algo dizia para continuar e enfrentar qualquer que fosse o obstáculo, e faz isso porque acredita que seguir este caminho vale o esforço.
Eles são olhos, mas antes de tudo são coração, e por isso torcem pela felicidade do outro, mas essa história incomum pode terminar como tantas outras, com os corações separados, pois isso faz parte da vida, onde nem sempre o final esperado é aquele que ocorre, mas isso não anula o esforço e as tentativas de acerto, e como a vida é essa caixinha de surpresas que nos reserva incertezas, esse coração que agora fala prefere transformar toda incerteza numa esperança, a de que vale viver assim pelo outro coração, mesmo quando nos resta apenas olhar nos olhos.
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